O terceiro… e melhor… dia
Bom, os motivos do dia ter sido especial são vários.
Começou com um alegre despertar, um maravilhoso almoço (sushi) e uma conversa um tanto importante.
Tem coisas na vida – adoro começar uma frase dizendo isso – que são emblemáticas. Que nos moldam e formam nossa personalidade. São momentos em que decidimos por que caminhos iremos, que atitudes tomamos ou mesmo que música escolher.
O poeta não é mais poeta porque decidiu escrever bonito. Ele o é porque resolveu ser ele mesmo. Dizer o que o entalava na goela a ponto de gritar no silencio da palavra escrita. As vezes precisamos calar, outras escrever. Algumas dizer mas, quase sempre, ouvir é o mais importante. As lições de cada dia são preciosas. Por vezes despercebidas, mas elas estão lá. Esperando ser digeridas por nossas mentes e corações duros. Empedrados no cotidiano que nos afasta do mesmo. É quase um sopro no barco à vela, não o faz andar, mas nos faz respirar mais fundo e tentar denovo. Se não der, pegue o remo, vá à nado, mas não pare. Não deixe de tentar. E só então, diante do fracasso ou da vitória, diga: eu tentei.
O dia só não foi perfeito porque faltou tua presença física ao meu lado, ou em cima, embaixo…
Ele foi assim, 99 por cento. Faltou só um. Assim como todos os balões que integram a música 99 Luft Balloons, da Nena. A música é em alemão, mas é linda… e quer dizer 99 balões vermelhos.
O por que do vermelho é óbvio. A cor do Bi da América !!!
Quem sabe também a cor do mundo?
Segue o link para ouví-la aqui.
Sim, vermelho, óbvio. Partiste da ideia do rubros. Esses são os detalhes de que tu falas?
Carol - agosto 12, 2010 às 10:37 am |